Medicamentos: Bula Égide

Laboratório: Libbs Farmacêutica Ltda

O que é Égide

Este medicamento é indicado para: Monoterapia tanto em pacientes com epilepsia recentemente diagnosticada como em pacientes que recebiam terapia adjuvante e serão convertidos à monoterapia. Adultos e crianças, como adjuvante no tratamento de crises epilépticas parciais, com ou sem generalização secundária e crises tônico-clônicas generalizadas primárias. Adultos e crianças, como tratamento adjuvante das crises associadas à Síndrome de Lennox-Gastaut. Adultos, como tratamento profilático da enxaqueca. O uso de Égide para o tratamento agudo da enxaqueca não foi estudado.

Antes de tomar Égide

Avise seu médico sobre problemas de saúde ou alergias que você tem ou teve no passado. Informe ao seu médico se você tem ou teve pedras nos rins. Ele deverá recomendar que você ingira muito líquido enquanto estiver se tratando com Égide. Informe seu médico se você apresentar problemas de visão e/ou dor nos olhos. Interrupção do tratamento com Égide: nos pacientes com ou sem histórico de crises epilépticas ou epilepsia, os fármacos antiepilépticos incluindo Égide, devem ser gradativamente descontinuados, para minimizar a possibilidade de crises epilépticas ou aumento da frequência de crises epilépticas. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Verifique sempre se você tem a quantidade necessária de comprimidos e nunca deixe que faltem. Nas situações onde for solicitada a retirada rápida de Égide pelo médico, esta deverá ser devidamente monitorada. Insuficiência renal: a principal via de eliminação do topiramato e seus metabólitos é através dos rins. A eliminação pelos rins é dependente da função renal e independe da idade. Pacientes com insuficiência renal moderada ou grave podem levar de 10-15 dias para atingir as concentrações plasmáticas no estado de equilíbrio, em comparação com o período de 4-8 dias, observado em pacientes com função renal normal. Em todos os pacientes, a titulação da dose deverá ser orientada pelo resultado clínico (isto é, controle das crises, evitando efeitos colaterais), considerando-se que indivíduos sabidamente portadores de insuficiência renal poderão precisar de um tempo mais longo para alcançar o estado de equilíbrio, a cada dose. Informe ao seu médico se você tem ou teve problemas renais. Hidratação: diminuição e ausência de transpiração foram reportadas em associação com o uso de topiramato. A diminuição da transpiração e o aumento da temperatura corpórea podem ocorrer especialmente em crianças jovens expostas ao calor. A hidratação adequada durante o uso de topiramato é muito importante. A hidratação pode reduzir o risco de pedras nos rins. Ingerir líquidos antes e durante atividades como exercícios físicos ou exposição a temperaturas elevadas pode reduzir o risco de eventos adversos relacionados ao calor. EGID_V.7-14 Transtornos do humor/Depressão: um aumento na incidência de transtornos do humor e depressão tem sido observado durante o tratamento com topiramato. Informe ao seu médico se você apresentar alterações de humor ou depressão. Ideação suicida: o uso de medicamentos para tratar a epilepsia, inclusive Égide, aumenta o risco de pensamentos ou comportamentos suicidas em pacientes que utilizam estes medicamentos para qualquer indicação. O mecanismo para este risco não é conhecido. Se em algum momento você tiver pensamentos ou comportamentos suicidas, entre em contato com seu médico imediatamente. Cálculos renais (nefrolitíase): alguns pacientes, especialmente aqueles com predisposição à formação de cálculos renais, podem ter risco aumentado de formação de cálculo renal e sinais e sintomas associados, tais como cólica renal, dor renal e dor em flanco (dor na lateral do abdômen). Fatores de risco para cálculos renais incluem antecedentes de cálculo renal, histórico familiar de nefrolitíase e hipercalciúria (nível elevado de cálcio na urina). Nenhum desses fatores de risco pode antecipar com certeza a formação de cálculo durante tratamento com topiramato. Além disso, pacientes utilizando outros medicamentos associados à possibilidade de ocorrência de nefrolitíase podem ter um risco aumentado. Informe ao seu médico se você tem ou teve pedras nos rins ou se há histórico familiar de cálculo renal. Insuficiência hepática Égide deve ser administrado com cuidado em pacientes com insuficiência hepática, uma vez que a depuração do topiramato pode estar reduzida neste grupo de pacientes. Miopia aguda e glaucoma agudo de ângulo fechado secundário: uma síndrome consistindo de miopia aguda e glaucoma agudo de ângulo fechado secundário tem sido relatada em pacientes em uso de topiramato. Os sintomas incluem início agudo de redução da acuidade visual e/ou dor ocular. Achados oftalmológicos podem incluir miopia, redução da câmara anterior, hiperemia ocular (vermelhidão) e aumento da pressão intraocular. Midríase (dilatação da pupila) pode ou não estar presente. Os sintomas ocorrem, caracteristicamente, no primeiro mês após do início do tratamento com Égide. Ao contrário do glaucoma de ângulo fechado primário, que é raro em pessoas com menos de 40 anos, o glaucoma agudo de ângulo fechado secundário associado ao topiramato tem sido relatado tanto em pacientes pediátricos como em adultos. O tratamento inclui a interrupção de Égide o mais rápido possível de acordo com a avaliação do médico e medidas apropriadas para reduzir a pressão intraocular. Estas medidas geralmente resultam na redução da pressão intraocular. Elevada pressão intraocular de qualquer natureza, se não for tratada, pode acarretar em graves sequelas, incluindo perda permanente da visão. Informe seu médico se você apresentar problemas de visão, redução da acuidade visual, miopia, vermelhidão e/ou dor nos olhos. Alterações no campo visual Alterações no campo visual têm sido relatadas em pacientes que receberam topiramato, independente da pressão intraocular elevada. Em estudos clínicos, a maioria destas alterações foram reversíveis após a interrupção do tratamento com topiramato. Se ocorrerem problemas visuais durante qualquer momento do tratamento com topiramato, você deve entrar em contato com seu médico, pois ele decidirá se é necessário interromper o tratamento. Acidose metabólica: hipercloremia (aumento de cloro no sangue), hiato não aniônico, acidose metabólica (isto é, redução do bicarbonato sérico abaixo do intervalo de referência normal na ausência de alcalose respiratória) estão associados ao tratamento com topiramato. A redução no bicarbonato ocorre geralmente no início do tratamento, mas pode ocorrer ao longo da duração do tratamento. Dependendo das condições de base, recomenda-se avaliação adequada, incluindo níveis de bicarbonato sérico, durante o tratamento com topiramato. Se a acidose metabólica (acidez do sangue) ocorrer e persistir, deve-se considerar redução da dose ou interrupção do topiramato (usando redução gradual da dose). Suplementação nutricional: informe seu médico se você perder peso durante o tratamento com Égide, para que ele possa considerar a suplementação da dieta ou o aumento da ingestão de alimentos. Efeito sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas: Égide age sobre o sistema nervoso central, podendo produzir sonolência, tontura ou outros sintomas relacionados. Isto pode causar distúrbios visuais e/ou visão turva. Tais reações podem ser potencialmente perigosas para pacientes dirigindo veículos ou operando máquinas. Certifique-se de que o medicamento não altera seu estado de alerta antes de você dirigir, operar máquinas ou executar tarefas que podem ser perigosas, caso você não esteja atento. Gravidez e Amamentação: informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Seu médico decidirá se você poderá tomar Égide. Como qualquer outro anticonvulsivante, há um risco para o feto se você estiver usando Égide durante a gravidez. Informar ao médico se está amamentando. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez. Interações medicamentosas: avise seu médico a respeito de outros medicamentos que você esteja tomando, inclusive aqueles que você comprou sem receita médica e quaisquer outros remédios ou suplementos dietéticos que você esteja usando. É muito importante que seu médico saiba se você está tomando digoxina, anticoncepcionais orais, metformina ou quaisquer outros fármacos antiepilépticos, como fenitoína, carbamazepina, ácido valproico, fenobarbital e primidona. EGID_V.7-14 Você também deve informá-lo caso ingira bebidas alcoólicas ou esteja tomando medicações que diminuam a atividade do sistema nervoso (depressores do sistema nervoso central), por exemplo, anti-histamínicos, remédios contra insônia, antidepressivos, calmantes, narcóticos, barbitúricos ou analgésicos. Efeitos de Égide sobre outros medicamentos antiepilépticos: a associação de Égide a outros medicamentos antiepilépticos (fenitoína, carbamazepina, ácido valproico, fenobarbital, primidona) não afeta suas concentrações plasmáticas no estado de equilíbrio, exceto, ocasionalmente, em alguns pacientes, em que a adição de Égide à fenitoína poderá resultar em aumento das concentrações plasmáticas de fenitoína. Isto se deve possivelmente à inibição de uma enzima (CYP2C19) que elimina a fenitoína do sangue. Consequentemente, deverá ser realizada dosagem do nível plasmático de fenitoína em qualquer paciente em tratamento com fenitoína que apresente sinais ou sintomas de toxicidade. Efeitos de outros medicamentos antiepilépticos sobre Égide: a fenitoína e a carbamazepina diminuem as concentrações plasmáticas de Égide. A adição ou descontinuação da fenitoína ou da carbamazepina ao tratamento com Égide poderá requerer um ajuste de dose deste último. A titulação da dose deverá ser realizada de acordo com o efeito clínico. Tanto a adição quanto à retirada do ácido valproico não produzem mudanças clinicamente significativas nas concentrações plasmáticas de Égide e, portanto, não exigem ajuste da dose de Égide. Os resultados destas interações estão resumidos na tabela a seguir. DAE coadministrada Concentração da DAE Concentração de Égide fenitoína ** (48%) carbamazepina (40%) ácido valproico lamotrigina fenobarbital NE primidona NE = sem efeito sobre as concentrações plasmáticas (alteração 15%) ** = concentrações plasmáticas aumentadas em alguns pacientes = diminuição das concentrações plasmáticas NE = não estudado DAE = droga antiepiléptica Outras interações medicamentosas digoxina: quando Égide for associado ou descontinuado em pacientes submetidos a tratamento com digoxina, recomenda-se atenção à monitoração rotineira e cuidadosa das concentrações no soro de digoxina. Anticoncepcionais orais: a possibilidade de redução da eficácia do contraceptivo e aumento no sangramento de escape deve ser considerada em pacientes em uso de contraceptivos orais combinados e Égide. Informe seu médico se você faz uso de contraceptivos orais contendo estrogênios e se apresentar qualquer alteração em seus padrões menstruais. A eficácia contraceptiva pode ser reduzida, mesmo na ausência de sangramento de escape. lítio: em voluntários saudáveis, foi observada uma redução (18% para ASC) na exposição sistêmica para o lítio durante a administração concomitante com topiramato 200 mg/dia. Nos pacientes com transtorno bipolar, a farmacocinética do lítio não foi afetada durante o tratamento com topiramato em doses de 200 mg/dia; entretanto, foi observado aumento na exposição sistêmica (26% para ASC) depois de doses do topiramato de até 600 mg/dia. Os níveis do lítio devem ser monitorados quando coadministrados com topiramato. risperidona: os estudos de interação droga-droga conduzidos sob condições de dose única e múltipla em voluntários saudáveis e em pacientes com transtorno bipolar atingiram resultados similares. Quando administrado concomitantemente com topiramato em doses escalonadas de 100, 250 e 400 mg/dia houve uma redução na exposição sistêmica (16% e 33% para ASC no estado de equilíbrio nas doses de 250 e 400 mg/dia, respectivamente) da risperidona (administrada em doses que variam de 1 a 6 mg/dia) . Alterações mínimas na farmacocinética do total de partes ativas (risperidona mais 9-hidróxirisperidona) e nenhuma alteração para 9-hidróxirisperidona foram observadas. Não houve mudança clinicamente significativa na exposição sistêmica do total de partes ativas da risperidona ou do topiramato, portanto, não é provável que esta interação tenha significância clínica. hidroclorotiazida: um estudo de interação medicamentosa conduzido em voluntários sadios avaliou a farmacocinética no estado estacionário da hidroclorotiazida (25 mg a cada 24 horas) e do topiramato (96 mg a cada 12 horas) quando administrados isolados ou concomitantemente. Os resultados deste estudo indicaram que a C máx do topiramato aumentou 27% e a ASC aumentou 29% quando a hidroclorotiazida foi associada ao topiramato. A significância clínica desta alteração é desconhecida. A associação de hidroclorotiazida ao tratamento com topiramato pode precisar de um ajuste da dose do topiramato. A farmacocinética da hidroclorotiazida no estado estacionário não foi influenciada significativamente pela administração concomitante do topiramato. Os resultados laboratoriais clínicos indicaram redução no potássio sérico após administração do topiramato ou da hidroclorotiazida, sendo maior quando a hidroclorotiazida e o topiramato foram administrados em combinação. metformina: quando Égide é administrado ou retirado em pacientes tratados com metformina, deve-se dar atenção especial à monitorização rotineira para um controle adequado do diabetes. pioglitazona: quando Égide é associado ao tratamento com pioglitazona ou pioglitazona é associada ao tratamento com Égide, deve-se dar atenção especial à monitorização rotineira dos pacientes para um controle adequado do diabetes. EGID_V.7-14 gliburida: quando o topiramato for adicionado à terapia da gliburida ou a gliburida for adicionada à terapia do topiramato, os pacientes devem ser monitorados rotineiramente com relação ao estado de sua doença diabética. Outras formas de interação Agentes que predispõem ao cálculo renal (nefrolitíase): Égide pode aumentar o risco de nefrolitíase em pacientes em uso concomitante de outros agentes que predispõem à nefrolitíase. Durante o tratamento com Égide, tais agentes deverão ser evitados, uma vez que eles criam um ambiente fisiológico que aumenta o risco de formação de cálculo renal. ácido valproico: a administração concomitante do topiramato e do ácido valproico foi associada com hiperamonemia (aumento da amônia no sangue) com ou sem encefalopatia nos pacientes que toleraram um ou outro fármaco isolado. Na maioria dos casos, os sintomas e os sinais cessaram com a descontinuação de um ou outro fármaco. Este evento adverso não é devido a uma interação farmacocinética. Uma associação de hiperamonemia com monoterapia do topiramato ou do tratamento concomitante com outros antiepilépticos não foi estabelecida. Hipotermia, definida como queda não intencional da temperatura corpórea para < 35ºC, foi relatada em associação com o uso concomitante de topiramato e ácido valproico, ambos em conjunto com hiperamonemia e na ausência de hiperamonemia. Esse evento adverso em pacientes usando concomitantemente topiramato e ácido valproico pode ocorrer após o início do tratamento com topiramato ou após o aumento da dose diária de topiramato. Estudos adicionais de interação medicamentosa farmacocinética: estudos clínicos foram conduzidos para avaliar a interação medicamentosa farmacocinética potencial entre o topiramato e outros agentes. As alterações na C máx ou na ASC, como resultado das interações, estão descritas a seguir. A segunda coluna (concentração do fármaco concomitante) descreve o que acontece com a concentração do fármaco concomitante listado na primeira coluna quando topiramato é associado. A terceira coluna (concentração do topiramato) menciona como a coadministração do fármaco listado na primeira coluna modifica a concentração do topiramato. Resumo dos resultados dos estudos adicionais de interação medicamentosa farmacocinética Concentração do fármaco concomitante a 20% de aumento na Cmáx e na ASC do metabólito nortriptilina Concentração do topiramato a di-hidroergotamina (oral e subcutânea) haloperidol 31% de aumento na ASC do metabólito reduzido NS propranolol 17% de aumento na Cmáx para 4-hidróxipropranolol (50 mg de topiramato a cada 12 horas) 9% e 16% de aumento na Cmáx, 9% e 17% de aumento na ASC (40 mg e 80 mg de propranolol a cada 12 horas, respectivamente) NS Fármaco concomitante amitriptilina sumatriptana (oral e subcutâneo) pizotifeno NS 25% de diminuição na ASC do diltiazem e 18% de diltiazem 20% de aumento na ASC diminuição na DEA, e para DEM* venlafaxina 16% de aumento na ASC (50 mg de topiramato a flunarizina cada 12 horas)b a Os valores % são as variações na média da Cmáx ou ASC do tratamento em relação à monoterapia. = sem efeito sobre a Cmáx e ASC (alteração 15%) do componente originário. NS = não estudado. *DEA = desacetil diltiazem, DEM = N-demetil diltiazem. b A ASC da flunarizina aumentou 14% em indivíduos com uso isolado de flunarizina. O aumento na exposição pode ser atribuído ao acúmulo durante o estado de equilíbrio. Interação com álcool e depressores do SNC: não houve avaliação nos estudos clínicos da administração concomitante de Égide e álcool ou outros fármacos depressores do SNC. Não ingira bebidas alcoólicas durante o tratamento com Égide, pois a combinação dos dois pode provocar sonolência e tontura. Interação com alimentos: Égide pode ser tomado com ou sem alimentos. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Como tomar Égide

Em geral, Égide deve ser tomado duas vezes ao dia. Contudo, seu médico poderá recomendar que você tome o medicamento uma vez ao dia, ou em doses maiores ou menores. Seu médico começará o tratamento com uma dose baixa, aumentando-a gradativamente, até atingir a dose adequada ao controle de sua epilepsia. Tome os comprimidos com bastante água, sem parti-los, sem triturá-los ou mastigá-los. Se preferir, você pode tomar Égide junto às refeições. Se, acidentalmente, você tomar uma dose muito grande de Égide, procure imediatamente o seu médico. Em crianças, o tratamento é iniciado com uma dose baixa que é aumentada gradativamente até atingir a dose ótima para controle das crises epilépticas. Para o controle ideal, tanto em adultos como em crianças, recomenda-se iniciar o tratamento com uma dose baixa, seguida de titulação até uma dose eficaz. Recomenda-se não partir os comprimidos. Não é necessário monitorar as concentrações plasmáticas de topiramato para otimizar o tratamento com Égide. Raramente, o tratamento concomitante com fenitoína poderá exigir o ajuste de dose da fenitoína para que resultados clínicos ótimos sejam alcançados. A adição ou retirada da fenitoína e da carbamazepina do tratamento coadjuvante com Égide poderá exigir o ajuste da dose do topiramato. Égide pode ser administrado com ou sem alimentos. Tratamento adjuvante em epilepsia em adultos: a dose mínima eficaz é 200 mg ao dia. Em geral, a dose total diária varia de 200 mg a 400 mg, dividida em duas tomadas. Alguns pacientes eventualmente poderão necessitar de doses de até 1600 mg por dia, que é a dose máxima. Recomenda-se que o tratamento seja iniciado com uma dose baixa, seguida por uma titulação da dose até que se chegue à dose adequada. O tratamento deve ser iniciado com 25 a 50 mg, administrados à noite, durante uma semana. Posteriormente, a intervalos de uma ou duas semanas, a dose deverá ser aumentada de 25 a 50 mg/dia e dividida em duas tomadas. A titulação da dose deverá ser orientada pelos resultados clínicos. Alguns pacientes poderão obter eficácia com uma dose única diária. Essas recomendações posológicas se aplicam a todos os pacientes adultos, incluindo idosos, desde que não haja doença renal subjacente. Porém, nos pacientes sob tratamento com hemodiálise, há necessidade de uma dose suplementar. Tratamento adjuvante em epilepsia em crianças acima de dois anos de idade: a dose total diária de Égide recomendada para crianças é de 5-9 mg/kg/dia, dividida em duas tomadas. A titulação deve ser iniciada com 25 mg (ou menos, baseado na faixa de 1-3 mg/kg/dia) administrados à noite, durante a primeira semana. Posteriormente, a dose deve ser aumentada em 1-3 mg/kg/dia (dividida em duas tomadas), em intervalos de uma ou duas semanas, até alcançar uma resposta clínica ótima. A titulação de dose deve ser orientada pela resposta clínica. Doses diárias de até 30 mg/kg/dia foram bem toleradas nos estudos realizados. Monoterapia em epilepsia: quando medicamentos antiepilépticos concomitantes são retirados a fim de manter o tratamento com topiramato em monoterapia, devem-se considerar os efeitos que isto pode ter sobre o controle das crises. Exceto por razões de segurança, que exijam uma retirada abrupta de outros medicamentos antiepilépticos, recomenda-se a descontinuação gradual com redução de aproximadamente um terço da dose a cada duas semanas. Quando fármacos indutores enzimáticos são retirados, os níveis plasmáticos de topiramato irão aumentar. Uma diminuição da dose de Égide pode ser necessária, se for clinicamente indicado. Em adultos: A titulação da dose deve ser iniciada com 25 mg, administrado à noite, por uma semana. Então, a dose deve ser aumentada em 25 ou 50 mg ao dia, a intervalos de uma ou duas semanas, dividida em duas tomadas. Se o paciente for incapaz de tolerar o esquema de titulação, aumentos menores ou intervalos mais longos entre os aumentos da dose podem ser usados. A dose e a velocidade de titulação devem ser orientadas pelo resultado clínico. Em adultos, a dose alvo inicial recomendada para o topiramato em monoterapia é de 100 mg/dia e a dose diária máxima recomendada é 500 mg. Alguns pacientes com formas refratárias de epilepsia toleraram doses de 1000 mg/dia de topiramato em monoterapia. Estas recomendações aplicam-se a todos os adultos, incluindo idosos sem doença renal subjacente. Em crianças acima de 2 anos de idade: em crianças acima de dois anos de idade a dose inicial varia de 0,5 a 1 mg/kg, à noite, durante uma semana. A seguir a dose deve ser aumentada em 0,5 a 1 mg/kg/dia à intervalos de uma a duas semanas, dividida em duas tomadas. Se a criança for incapaz de tolerar o esquema de titulação da dose, aumentos menores ou intervalos maiores entre os aumentos da dose podem ser usados. A dose e a velocidade da titulação devem ser orientadas pelo resultado clínico. A dose alvo inicial recomendada para o topiramato em monoterapia em crianças é de 3 a 6 mg/kg/dia. Crianças com crises de início parcial de diagnóstico recente receberam doses de até 500 mg/dia. Enxaqueca em adultos: o tratamento deve ser iniciado com 25 mg à noite durante uma semana. A dose deve então ser aumentada em 25 mg/dia, uma vez por semana. Se o paciente for incapaz de tolerar o esquema de gradação, intervalos maiores entre os ajustes de dose podem ser usados. A dose total diária de topiramato recomendada na profilaxia de enxaqueca é 100 mg/dia, divididos em duas tomadas. Alguns pacientes podem se beneficiar de uma dose diária total de 50 mg. Pacientes receberam dose diária total de até 200 mg/dia. A dose e a velocidade de gradação devem ser orientadas pelo resultado clínico. Populações especiais Insuficiência renal: pacientes com insuficiência renal moderada e grave (CLCR < 70 mL/min) podem necessitar de uma redução de dose. É recomendada a administração de metade da dose usual de início e de manutenção. Égide é removido do plasma por hemodiálise, uma dose suplementar de Égide igual a aproximadamente metade da dose diária deverá ser administrada nos dias de hemodiálise. Esta dose suplementar deverá ser dividida em duas tomadas, ao EGID_V.7-14 início e ao término da hemodiálise. A dose suplementar poderá ser ajustada dependendo das características do equipamento de diálise que estiver sendo utilizado. Insuficiência hepática: o topiramato deve ser administrado com cautela em pacientes com insuficiência hepática. Pacientes idosos: as doses recomendadas são válidas também para pacientes idosos. Não há necessidade de ajuste das doses, desde que esses pacientes não tenham doença nos rins. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Possíveis reações adversas Égide

As reações adversas são apresentadas nesta seção. Reações adversas são eventos adversos que foram considerados razoavelmente associados ao uso de topiramato, com base na avaliação abrangente das informações de eventos adversos disponíveis. Em casos individuais, uma relação causal com o topiramato não pode ser estabelecida com confiança. Portanto, pelo fato de que os estudos clínicos são conduzidos em condições amplamente variadas, as taxas de reações adversas observadas nos estudos clínicos de um medicamento não podem ser diretamente comparadas com as taxas nos estudos clínicos de outros medicamentos e podem não refletir as taxas observadas na prática clínica. Dados de estudos clínicos Dados de estudos duplo-cegos, controlados por placebo, de terapia adjuvante para epilepsia Pacientes adultos. As Reações Adversas relatadas em 1% dos pacientes adultos tratados com topiramato em estudos duplo-cegos, controlados por placebo de terapia adjuvante para epilepsia são apresentadas na Tabela 1. As reações adversas com incidência >5% no intervalo de dose recomendado (200 a 400 mg/dia) em adultos em estudos duplo-cegos, controlados por placebo de terapia adjuvante para epilepsia em ordem decrescente de frequência incluíram sonolência, tontura, fadiga (cansaço), irritabilidade, perda de peso, bradipsiquismo (lentificação do pensamento), parestesia (formigamento), diplopia (visão dupla), coordenação anormal, náusea, nistagmo (movimentos oculares oscilatórios), letargia (perda temporária ou completa da sensibilidade e do movimento), anorexia, disartria (dificuldade para falar), visão turva, diminuição do apetite, comprometimento de memória e diarreia. Tabela 1: Reações adversas a medicamentos relatadas por 1% dos pacientes adultos tratados com topiramato em estudos duplo-cegos, controlados por placebo de Terapia Adjuvante para Epilepsia Distúrbios do Metabolismo e da Nutrição Anorexia; diminuição do apetite. Transtornos Psiquiátricos Bradipsiquismo (lentidão do pensamento); transtorno da linguagem expressiva; estado confusional; depressão; insônia; agressão; agitação; raiva; ansiedade; desorientação; humor alterado. Transtornos do Sistema Nervoso Sonolência; tontura; parestesia (formigamento); coordenação anormal; nistagmo (movimentos oculares oscilatórios); letargia (perda temporária ou completa da sensibilidade e do movimento); disartria (dificuldade para falar); comprometimento da memória; distúrbio de atenção; tremor; amnésia; distúrbio do equilíbrio; hipoestesia (dormência); tremor intencional; disgeusia (alteração do paladar); comprometimento mental; distúrbio da fala. Distúrbios Oftalmológicos Diplopia (visão dupla); visão turva; distúrbio visual. Distúrbios Gastrintestinais Náusea; diarreia; dor abdominal superior; constipação; desconforto estomacal; dispepsia (má digestão); boca seca; dor abdominal. Distúrbios do Tecido Musculoesquelético e do Tecido Conjuntivo Mialgia (dor muscular); espasmos musculares; dor torácica muscoloesquelética. Distúrbios Gerais e Condições no Local da Aplicação Fadiga (cansaço); irritabilidade; astenia (sensação de fraqueza); distúrbio da marcha. EGID_V.7-14 Investigações Perda de peso A dose recomendada para a terapia adjuvante de epilepsia em adultos é de 200-400 mg/dia Dados de estudos duplo-cegos, controlados por placebo, de terapia adjuvante para epilepsia Pacientes pediátricos: as reações adversas relatadas em 2% dos pacientes pediátricos tratados com topiramato (2 a 16 anos de idade) em estudos duplo-cegos, controlados por placebo de terapia adjuvante para epilepsia são apresentadas na Tabela 2. As reações adversas com incidência >5% no intervalo de dose recomendado (5 a 9 mg/kg/dia) em ordem decrescente de frequência incluíram diminuição do apetite, fadiga (cansaço), sonolência, letargia (perda temporária ou completa da sensibilidade e do movimento), irritabilidade, distúrbio de atenção, perda de peso, agressão, erupção cutânea, comportamento anormal, anorexia, distúrbio do equilíbrio e constipação. Tabela 2: Reações adversas a medicamentos relatadas por 2% dos pacientes pediátricos tratados com topiramato em estudos duplo-cegos, controlados por placebo de Terapia Adjuvante para Epilepsia. A dose recomendada para a terapia adjuvante de epilepsia em crianças (2-16 anos de idade) é de 5 a 9mg/kg/dia Distúrbios do Metabolismo e da Nutrição Anorexia; diminuição do apetite Transtornos Psiquiátricos Agressão; comportamento anormal; estado confusional; humor alterado Transtornos do Sistema Nervoso Sonolência; letargia (perda temporária ou completa da sensibilidade e do movimento); distúrbio de atenção; distúrbio de equilíbrio; tontura; comprometimento da memória Distúrbios Respiratórios. Torácicos e Mediasitinais Epistaxe (sangramento nasal) Distúrbios Gastrintestinais Constipação Distúrbios do Tecido Musculoesquelético e do Tecido Conjuntivo Erupção cutânea Distúrbios Gerais e Condições no Local da Aplicação Fadiga (cansaço); irritabilidade; distúrbio da marcha Investigações Perda de peso Dados dos estudos duplo-cegos, controlados e de monoterapia para epilepsia Pacientes adultos: as reações adversas relatadas em 1% dos pacientes adultos tratados com topiramato em estudos duplo-cegos, controlados e de monoterapia para epilepsia são apresentadas na Tabela 3. As reações adversas que apresentaram incidência >5% na dose recomendada (400 mg/dia) em ordem decrescente de frequência incluíram parestesia (formigamento), perda de peso, fadiga (cansaço), anorexia, depressão, comprometimento da memória, ansiedade, diarreia, astenia (sensação de fraqueza), disgeusia (alteração do paladar) e hipoestesia (dormência). Tabela 3 Reações adversas a medicamentos relatadas por 1% dos pacientes adultos tratados com topiramato em estudos duplo-cegos, controlados de monoterapia para Epilepsia Distúrbios do Sangue e do Sistema Linfático Anemia Distúrbios do Metabolismo e da Nutrição Anorexia; diminuição do apetite Transtornos Psiquiátricos Depressão; ansiedade; bradipsiquismo (lentidão do pensamento); transtorno de linguagem expressiva; humor depressivo; humor alterado; alterações de humor. Transtornos do Sistema Nervoso EGID_V.7-14 Parestesia (formigamento); comprometimento da memória; disgeusia (alteração do paladar); hipoestesia (dormência); distúrbio do equilíbrio; disartria (dificuldade para falar); distúrbio cognitivo; letargia (perda temporária ou completa da sensibilidade e do movimento); comprometimento mental; comprometimento das habilidades psicomotoras; sedação; alteração de campo visual. Distúrbios Oftalmológicos Olho seco Distúrbios do Ouvido e do Labirinto Dor de ouvido; zumbido. Distúrbios Respiratórios, Torácicos e Mediastinais Dispneia (dificuldade para respirar); rinorreia (secreção nasal) Distúrbios Gastrintestinais Diarreia; parestesia oral (formigamento oral); boca seca; gastrite; dor abdominal; doença do refluxo gastroesofágico; sangramento gengival. Distúrbios do Tecido Cutâneo e Subcutâneo Erupção cutânea; alopecia (queda de cabelo); prurido (coceira); hipoestesia facial (dormência facial); prurido generalizado. Distúrbios Renais e Urinários Nefrolitíase (cálculo renal); disúria (dor ao urinar); polaciúria (aumento da frequência urinária). Distúrbios do Sistema Reprodutivo e das Mamas Disfunção erétil Distúrbios Gerais e Condições no Local da Administração Fadiga (cansaço); astenia (sensação de fraqueza); irritabilidade. Investigações Perda de peso Dados de estudos duplo-cegos, controlados e de monoterapia para epilepsia Pacientes pediátricos: as reações adversas relatadas em 2% dos pacientes pediátricos tratados com topiramato (10 a 16 anos de idade) em estudos duplocegos, controlados e de monoterapia para epilepsia são apresentadas na Tabela 4. As reações adversas com incidência >5% na dose recomendada (400 mg/dia) em ordem decrescente de frequência incluíram perda de peso, parestesia (formigamento), diarreia, distúrbio de atenção, pirexia (febre), e alopecia (queda de cabelo). Tabela 4: Reações adversas a medicamentos relatadas por 2% dos pacientes pediátricos tratados com topiramato em estudos duplo-cegos, controlados de monoterapia para Epilepsia Distúrbios do Metabolismo e da Nutrição Diminuição do apetite Transtornos Psiquiátricos Bradipsiquismo (lentidão do pensamento); humor alterado; depressão Transtornos do Sistema Nervoso Parestesia (formigamento); distúrbio de atenção Distúrbios do Ouvido e do Labirinto Vertigem Distúrbios Respiratórios, Torácicos e Mediastinais Epistaxe (sangramento nasal) Distúrbios Gastrintestinais Diarreia; vômito Distúrbios do Tecido Cutâneo e Subcutâneo Alopecia (queda de cabelo) EGID_V.7-14 Distúrbios Gerais e Condições no Local da Administração Pirexia (febre); astenia (sensação de fraqueza) Investigações Perda de peso Circunstância social Dificuldade de aprendizado Dados de estudos duplo-cegos, controlados por placebo, de profilaxia de enxaqueca Pacientes adultos: as reações adversas relatadas em 1% dos pacientes adultos tratados com topiramato em estudos duplo-cegos, controlados por placebo de profilaxia de enxaqueca são apresentadas na Tabela 5. As reações adversas com incidência >5% na dose recomendada (100 mg/dia) em ordem decrescente de frequência incluíram parestesia (formigamento), fadiga (cansaço), náusea, diarreia, perda de peso, disgeusia (alteração do paladar), anorexia, diminuição do apetite, insônia, hipoestesia (dormência), distúrbio de atenção, ansiedade, sonolência, e transtorno de linguagem expressiva. Tabela 5: Reações adversas a medicamentos relatadas por 1% dos pacientes adultos tratados com topiramato em estudos duplo-cegos, controlados por placebo de profilaxia de enxaqueca Distúrbios do Metabolismo e da Nutrição Anorexia; diminuição do apetite Transtornos Psiquiátricos Insônia; ansiedade; distúrbio de linguagem expressiva; depressão; humor depressivo; estado confusional; alterações de humor; labilidade de afeto; bradipsiquismo (lentidão do pensamento). Transtornos do Sistema Nervoso Parestesia (formigamento); disgeusia (alteração do paladar); hipoestesia (dormência); distúrbio de atenção; sonolência; comprometimento da memória; amnésia; tremor; distúrbio do equilíbrio; comprometimento mental. Distúrbios Oftalmológicos Visão turva Distúrbios do Ouvido e do Labirinto Zumbido Distúrbios Respiratórios, Torácicos e Mediastinais Dispneia (dificuldade para respirar); epistaxe (sangramento nasal). Distúrbios Gastrintestinais Náusea; diarreia; boca seca; parestesia oral (formigamento oral); constipação; distensão abdominal; desconforto estomacal; doença do refluxo gastroesofágico. Distúrbios do Tecido Musculoesquelético e do Tecido Conjuntivo Espasmos musculares involuntários Distúrbios Gerais e Condições no Local da Administração Fadiga (cansaço); astenia (sensação de fraqueza); irritabilidade; sede. Investigações Perda de peso EGID_V.7-14 Outros Dados de Estudos Clínicos As reações adversas relatadas em estudos clínicos duplo-cegos controlados em <1% dos pacientes adultos tratados com o topiramato ou em qualquer taxa em estudos clínicos abertos em pacientes adultos tratados com topiramato são apresentadas na Tabela 6. As reações adversas relatadas em estudos clínicos duplo-cegos controlados em <2% dos pacientes pediátricos tratados com o topiramato ou em qualquer taxa em estudos clínicos abertos em pacientes pediátricos tratados com topiramato são apresentadas na Tabela 7. Tabela 6: Reações adversas a medicamentos relatadas em estudos clínicos duplo-cegos controlados em <1% dos pacientes adultos tratados com topiramato ou em qualquer taxa em estudos clínicos abertos Distúrbios do Sangue e do Sistema Linfático Leucopenia (redução das células de defesa do sangue); linfadenopatia (aumento dos gânglios linfáticos); trombocitopenia (diminuição das células de coagulação do sangue: plaquetas) Distúrbios do Sistema Imunológico Hipersensibilidade Distúrbios do Metabolismo e da Nutrição Acidose hiperclorêmica (excesso de acidez do sangue com retenção de cloro plasmático); hipocalemia (diminuição da concentração de potássio no sangue); aumento do apetite; acidose metabólica (excesso de acidez do sangue); polidipsia (sensação de sede excessiva). Transtornos Psiquiátricos Comportamento anormal; anorgasmia (ausência de orgasmo); apatia; choro; distração; distúrbio no desejo sexual; disfemia (gagueira); despertar precoce; humor elevado; humor eufórico; afeto embotado (dificuldade de expressar emoções); alucinação; alucinação auditiva; alucinação visual; hipomania (comportamentos acelerados); insônia inicial; ausência de fala espontânea; diminuição da libido; apatia; perda de libido; mania; insônia de manutenção; sensação orgásmica diminuída; ataque de pânico; distúrbio do pânico; reação de pânico; paranoia; perseveração; distúrbio de leitura; inquietação; distúrbio do sono; ideação suicida; tentativa de suicídio; lamento; pensamento anormal. Transtornos do Sistema Nervoso Ageusia (ausência do paladar); acinesia (perda função motora); anosmia (perda do olfato); afasia / disfasia (distúrbio da habilidade da linguagem); apraxia (prejuízo na capacidade de executar atividades motoras); aura (sintomas pré-crise de enxaqueca ou convulsão); sensação de queimação; síndrome cerebelar; distúrbio do ritmo circadiano do sono; falta de coordenação motora; crises parciais complexas; convulsões; nível de consciência diminuído; tontura postural; babar; disestesia (alteração na sensibilidade dos sentidos); disgrafia (dificuldade para escrever); discinesia (movimentos repetitivos involuntários); distonia (congelamento dos movimentos); tremor essencial; formigamento; convulsão do tipo grande mal; hiperestesia (excesso de sensibilidade); hipersonia (sono excessivo); hipogeusia (diminuição do paladar); hipocinesia (diminuição dos movimentos); hiposmia (diminuição do olfato); neuropatia periférica; parosmia (distorção do olfato); sono de baixa qualidade; pré-síncope (sensação de desmaio); fala repetitiva; distúrbio sensorial; perda sensorial; estupor (diminuição da reação aos estímulos do ambiente); síncope (desmaio); não responsivo a estímulo. Distúrbios Oftalmológicos Distúrbio de acomodação; percepção de profundidade visual alterada; ambliopia (redução da visão); blefarospasmo (espasmos das pálpebras); cegueira transitória; cegueira unilateral; glaucoma; lacrimação aumentada; midríase (dilatação da pupila); cegueira noturna; fotopsia (sensação luminosa na visão); presbiopia (vista cansada); escotoma cintilante (manchas brilhantes na visão); escotoma (mancha escura na visão); acuidade visual reduzida. Distúrbios do Ouvido e do Labirinto Surdez; surdez neurosensorial; surdez unilateral; desconforto no ouvido; audição comprometida. Distúrbios Cardíacos Bradicardia (diminuição da frequência cardíaca); bradicardia sinusal; palpitações. Distúrbios Vasculares Rubor; ondas de calor; hipotensão ortostática (queda súbita de pressão sanguínea quando assume a posição erecta ou sentada); fenômeno de Raynaud (vasoconstrição que causa descoloração dos dedos dos pés e mãos) Distúrbios Respiratórios, Torácicos e Mediastinais Disfonia (rouquidão); dispneia exercional; congestão nasal; hipersecreção sinusal paranasal. Distúrbios Gastrintestinais Desconforto abdominal; dor abdominal inferior; sensibilidade abdominal; hálito com odor; desconforto epigástrico EGID_V.7-14 (desconforto estomacal); flatulência (gases); glossodinia (dor/ardência na língua); hipoestesia oral (dormência oral); dor oral; pancreatite; hipersecreção salivar. Distúrbios do Tecido Cutâneo e Subcutâneo Anidrose (ausência da secreção de suor); dermatite alérgica; eritema (vermelhidão); erupção cutânea macular; descoloração da pele; odor anormal da pele; rosto inchado; urticária; urticária localizada. Distúrbios do Tecido Musculoesquelético e do Tecido Conjuntivo Dor no flanco (dor na lateral do abdômen); fadiga muscular; fraqueza muscular; rigidez musculoesquelética. Distúrbios Renais e Urinários Cálculo uretérico; cálculo urinário; hematúria (sangue na urina); incontinência; urgência urinária; cólica renal; dor renal; incontinência urinária. Distúrbios do Sistema Reprodutivo e das Mamas Disfunção sexual Distúrbios Gerais e Condições no Local da Administração Calcinose (depósito de cálcio em tecidos moles); edema facial; sensação anormal; sensação de estar bêbado; sensação de nervosismo; mal-estar; frio periférico; lentidão. Investigações Bicarbonato sanguíneo diminuído; cristais presentes na urina; teste de marcha em tandem anormal (teste de distúrbio da marcha com resultado anormal); contagem de leucócitos diminuída. Tabela 7: Reações adversas a medicamentos relatadas em estudos clínicos duplo-cegos controlados em <2% dos pacientes pediátricos tratados com topiramato ou em qualquer taxa em estudos clínicos abertos Distúrbios do Sangue e do Sistema Linfático Eosinofilia (aumento da concentração de eosinófilos, um dos tipos de células de defesa no sangue); leucopenia (redução das células de defesa do sangue); linfadenopatia (aumento dos gânglios linfáticos); trombocitopenia (diminuição das células de coagulação do sangue: plaquetas). Distúrbios do Sistema Imunológico Hipersensibilidade Distúrbios do Metabolismo e da Nutrição Acidose hiperclorêmica; hipocalemia (diminuição da concentração de potássio no sangue); aumento do apetite. Transtornos Psiquiátricos Raiva; apatia; choro; distração; transtorno de linguagem importante; insônia inicial; insônia; insônia de manutenção; alterações de humor; perseveração; distúrbio do sono; ideação suicida; tentativa de suicídio. Transtornos do Sistema Nervoso Distúrbio no ritmo circadiano do sono; convulsão; disartria (dificuldade para falar); disgeusia (alteração do paladar); convulsão do tipo grande mal; hipoestesia (dormência); comprometimento mental; nistagmo (movimentos oculares oscilatórios); parosmia (distorção do olfato); sono de baixa qualidade; hiperatividade psicomotora; habilidades psicomotoras comprometidas; síncope (desmaio); tremores. Distúrbios Oftalmológicos Diplopia (visão dupla); lacrimação aumentada; visão turva. Distúrbios do Ouvido e do Labirinto Dor de ouvido Distúrbios Cardíacos Palpitações; bradicardia sinusal Distúrbios Vasculares Hipotensão ortostática (queda súbita de pressão sanguínea quando assume a posição erecta ou sentada. EGID_V.7-14 Distúrbios Respiratórios, Torácicos e Mediastinais Congestão nasal; hipersecreção sinusal paranasal; rinorreia (secreção nasal). Distúrbios Gastrintestinais Desconforto abdominal; dor abdominal; boca seca; flatulência (gases); gastrite; doença do refluxo gastroesofágico; sangramento gengival; glossodinia (dor/ardência na língua); pancreatite; parestesia oral (formigamento oral); desconforto estomacal. Distúrbios do Tecido Musculoesquelético e do Tecido Conjuntivo Artralgia (dor articular); rigidez musculoesquelética; mialgia (dor muscular). Distúrbios Renais e Urinários Incontinência; urgência urinária; polaciúria (aumento da frequência urinária). Distúrbios Gerais e Condições no Local da Administração Sensação anormal; hipertermia; mal-estar; lentidão DADOS PÓS-COMERCIALIZAÇÃO Os eventos adversos primeiramente identificados como reações adversas durante a experiência pós-comercialização com o topiramato estão apresentados na Tabela 8 por categoria de frequência com base nas taxas de relatos espontâneos. Tabela 8: Reações adversas a medicamentos relatadas por (< 1/10.000) Infecções e Infestações Nasofaringite Distúrbios do sangue e do sistema linfático Neutropenia (diminuição da concentração de neutrófilos, um dos tipos de células de defesa no sangue) Distúrbios do sistema imunológico Edema alérgico; edema conjuntival Transtornos Psiquiátricos Sensação de desespero Distúrbios Oftalmológicos Sensação anormal nos olhos; glaucoma de ângulo fechado; distúrbio do movimento ocular; edema na pálpebra; maculopatia (distúrbios da mácula), miopia (dificuldade para enxergar em grande distância). Distúrbios Respiratórios, Torácicos e Mediastinais Tosse Distúrbios do Tecido Cutâneo e Subcutâneo Eritema multiforme (manchas vermelhas, bolhas e ulcerações em todo corpo); edema periorbital; síndrome de StevensJohnson (reação alérgica grave com bolhas na pele e mucosa); necrólise epidérmica tóxica (descamação grave da camada superior da pele). Distúrbios do Tecido Musculoesquelético e do Tecido Conjuntivo Inchaço articular; desconforto em membro Distúrbios renais e urinários Acidose tubular renal (acúmulo de ácido no corpo devido à incapacidade dos rins de acidificar apropriadamente a urina). Distúrbios Gerais e Condições no Local da Administração Edema generalizado; doença do tipo gripe Investigações Aumento de peso Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento. EGID_V.7-14 9. O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO? Se, acidentalmente, você tomar uma dose muito grande de Égide, procure imediatamente o seu médico. Os sinais e sintomas de uma dose excessiva de Égide são: convulsão, sonolência, distúrbio da fala, visão borrada, diplopia (visão dupla), atividade mental prejudicada, letargia (perda temporária ou completa da sensibilidade e do movimento), coordenação anormal, estupor (diminuição da reação aos estímulos do ambiente), hipotensão (pressão baixa), dor abdominal, agitação, tontura e depressão. Acidose metabólica grave também pode ocorrer. Se a ingestão da dose excessiva for recente, o estômago deve ser esvaziado imediatamente por lavagem ou por indução do vômito. O carvão ativado adsorveu o topiramato in vitro. O tratamento deve ser de suporte. A hemodiálise é um método eficaz para a retirada do topiramato do organismo. É importante manter a pessoa bem hidratada. Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. MS nº: 1.0033.0158 Farmacêutica responsável: Cintia Delphino de Andrade CRF-SP nº: 25.125 Registrado por: Libbs Farmacêutica Ltda. Rua Josef Kryss, 250 São Paulo SP CNPJ: 61.230.314/0001-75 Fabricado por: Libbs Farmacêutica Ltda. Rua Alberto Correia Francfort, 88 Embu das Artes SP Indústria brasileira www.libbs.com.br

Conservação Égide

Este medicamento deve ser mantido em temperatura ambiente (15ºC a 30°C), protegido da luz e umidade. Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Os comprimidos de Égide são circulares, revestidos, lisos, de coloração branca. EGID_V.7-14 Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
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